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Traduzido e desenvolvido por integrantes do grupo COMOV.

Desde a introdução de celulares no cotidiano das pessoas muitas preocupações acerta do potencial impacto na saude humana surgiram. Estudos do Institudo Nacional de Pesquisa sobre o Cancer de Copenhagen não averiguaram alguma relação entre o uso de celulares e a doença. O estudo só envolveu modelos analógicos usados até 1995. Outra pesquisa mais recente, realizada pela Internacional Agency for Research on Cancer [Agencia Internacional de Pesquisa sobre Cancer] analizaram 4500 usuários e encontraram uma relação siginificante entre o uso de aparelhos celular e frequencia de tumores cancerígenos.
O uso do celular na sociedade é um fenômeno muito recente e não há resultados precisos sobre o impacto de seu uso na saúde humana.

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Baseado em Artigo “Mobile Phone Radiation and health” em: http://en.wikipedia.org/wiki/Mobile_phone_radiation_and_health. Acesso em 10 de Junho, 2007.

 Celular espião GSM com transmissor ambiental de alcance infinito

 

escuta do ambienteTire suas duvidas na hora!
Ideal para vigiar um empregado de quem desconfia, as frequentações da sua criança, as atividades do esposo / esposa…
É o meio de vigilância mais seguro e mais discreto existente até hoje.
Cada celular é totalmente funcional e utiliza-se normalmente. Mas foi transformado afim de vigiar, sem ela saber, a pessoa a quem entregar o aparelho . Uma função invisível que foi adicionada permite aceder a um menu secreto e acessível com um código. Nesse menu, basta entrar um número de telefone (celular ou fixo) à sua escolha. Cada vez que ligará para o celular (a partir do telefone do qual entrou o número previamente no menu secreto) o celular GSM espião atenderá automaticamente sem tocar, sem vibrar, sem acender ou alterar o aspecto da tela. Poderá então ouvir à vontade tudo o que se passa à volta do Celular GSM Espião sem ninguém perceber. Isso a qualquer momento, sem se preocupar com a distancia.

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fonte: http://www.itecdiffusion.com/audio/escuta-celular.html

CELULAR ou não!

Celular ou não_01

Celular ou não_02 

 extraído da revista pix

Creative Commons

Direitos autorais é um tema que se tornou mais polêmico ainda com o surgimento da internet.Na rede os trabalhos são divulgados mais rapidamente e mais massificamente, ou seja, milhões de pessoas tem acesso e recursos para modificar e se apoderar de seu produto ou ideia.Com esse problema nas mãos surgiu a CREATIVE COMMONS.Onde você pode cadastrar seu produto de definir o tipo de licença que ele vai ter. Se ele poderá ser comercializada, se poderá ser alterado porém não comercializado, se ninguém pode comercializar nem alterar,  etc.Creative commons é uma ferramenta que simplifica toda a burocracia dos direitos autorais e te livra (como autor ou como usuário) de ser pego de surpresa e de ter vários problemas com a justiça.  

FIZ

FIZ é um canal de TV, ligado a rede MTV de televisão. Ele será um canal (inicialmente pago) vinculado a TV por internet. Sua programação conta com a ajuda dos próprios espectadores, que colaborarão enviando vídeos, vinhetas, animações, entre outros conteúdos livres. Estes, serão filtrados pelo FIZ, e os escolhidos irão ao ar.       

por Malu Teodoro 

 

Durante todo o tempo em que a civilização se baseia no visual para orientação e representação, algumas revoluções, inclusive tecnológicas, no campo das imagens ocorreram. Da revolução da tecnologia de imagens decorre a tese da desconstrução técnica e social da imagem. A imagem indexical, que é definida por meio de uma relação material e física entre signo e objeto, substituirá o mundo das simulações tridimensionais baseadas em computador, que, no momento, estão no seu auge. A imagem indexical é o início de uma nova cultura de materialização da imagem.

Por meio das tecnologias de imagem do futuro qualquer um conseguirá ver qualquer filme em qualquer lugar em qualquer tempo. Qualquer pessoa, em qualquer lugar em qualquer tempo é a fórmula para a tecnologia digital do futuro. A idéia decisiva nisso, porém, é que com essa forma de interação coletiva, o observador torna-se um observador interno do mundo. Ele não permanece observador externo como no cinema, mas, como observador interno, participará dos mundos de imagens e com isso, poderá modificá-los. Sua interferência nas imagens aplicará mudanças também no mundo real, e não apenas no mundo de imagens paralelas. A relação entre mundo de imagem e realidade será múltipla e reversível. O próprio observador torna-se a interface entre um mundo virtual artificial e o mundo real.

Os observadores criarão, por meio de sua navegação, novas formas narrativas em instalações baseadas na rede ou no computador. Os computadores convergirão em micro-computadores, tais quais as pessoas carregarão em quantidade, como telefones celulares multifuncionais.

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Referência Bibliográfica

REISER, Martin e ZAPP, Andrea. New Screen Media: Cinema, art and the reinvention of narrative. Karlshuhe/Londres: ZKM/British Film Institute, 2002.

A Microsoft acaba de criar um nicho de mercado que se situa entre os assistentes pessoais digitais (PDAs) com poucos recursos e os laptops dotados de várias funções. É o Origami, uma nova categoria de computadores pessoais ultramóveis destinados a se tornarem tão

indispensáveis e onipresentes quanto os telefones celulares.

Logo, milhões dessas engenhocas se juntarão a iPods, BlackBerrys, PlayStations, tocadores de MP3, GameBoys e celulares superados na montanha de sucata eletrônica que ameaça envenenar a todos nós.

Exagero? Dificilmente. O refugo de equipamentos eletrônicos contém ingredientes perigosos classificados pela Agência de Proteção Ambiental (EPA) como “toxinas biológicas permanentes” que incluem chumbo, cádmio, bário, berílio e o mercúrio. Quando queimados, muitos deles liberam dioxinas. Nos aterros sanitários, eles penetram no

lençol freático e nunca se decompõem. Entre agora e 2009 – além de todos os nossos aparelhos eletrônicos portáteis -, mais de 550 milhões de computadores e aparelhos de televisão analógicos serão jogados fora nos EUA.

Por pior que pareça, no momento os Estados Unidos não têm nenhuma maneira de lidar com a toxinas contidas neste ciberlixo. Precisamos enviá-lo para outros lugares. E já estamos enviando para lá.

Porém, a Convenção da Basiléia restringe o comércio internacional de lixo perigoso, portanto, todos os envios de sucata eletrônica dos Estados Unidos para países em desenvolvimento são tecnicamente ilegais.

Numa estratégia oriunda do desespero, o Japão e os Estados Unidos estão agora propondo reabrir o comércio global de lixo tóxico. Neste ínterim, exportadores americanos dependem de um menu de estratégias fértil em expedientes para exportar nosso refugo tóxico. Isso inclui rotular incorretamente os contêineres de lixo eletrônico; passar o

material de um navio para outro através de portos neutros; subornar funcionários da alfândega dos países de destino; subornar políticos locais nas áreas onde os dispositivos são desmontados, e deslocar freqüentemente as operações de desmontagem através do mundo em desenvolvimento.

Guiyu, uma região rural no noroeste de Hong Kong, tornou-se a capital mundial da desmontagem tóxica, empregando mais de 100 mil pessoas. A Basel Action Network (Rede de Ação da Basiléia) publicou um relatório divulgando como os cloretos de polivinil estão sendo queimados abertamente e como metais preciosos estão sendo derretidos e

retirados de computadores usando-se ácidos altamente corrosivos que são despejados sem tratamento no rio Lianjiang.

Recentemente, capangas contratados por essas operações expulsaram de Guiyu jornalistas e ativistas estrangeiros. Mas, operações de desmontagem semelhantemente perversas foram descobertas em Karachi, no Paquistão; Chittagong, em Bangladesh; e no centro de reciclagem Mandoli, a leste de Nova Délhi. Toneladas de sucata eletrônica têm

sido despejadas ao longo dos rios asiáticos e nos canais de irrigação das áreas de arrozais. Em alguns lugares, a água de poço não é própria para beber.

Será que o mundo desenvolvido precisa descartar seu refugo desta forma? Será que não existe uma alternativa acessível financeiramente à exportação de nossas toxinas e envenenamento do mundo em desenvolvimento? A partir de janeiro, Maine passou, juntamente com a Califórnia e Maryland, a exigir que os fabricantes de equipamentos

eletrônicos coletem e desmontem os aparelhos de TV e telas de computador descartados, retirando as toxinas para reciclagem ou descarte seguro. Mais de 20 Estados estão considerando a hipótese de aprovar uma lei semelhante. Mas uma mixórdia de leis estaduais seria bem menos eficaz do que uma única lei federal. O Congresso agora tem

quatro projetos de lei sobre lixo eletrônico pendentes mas nenhuma vontade política de promulgar uma legislação dura.

Bill Gates poderá ajudar a sustar esse envenenamento certificando-se de que os Origamis e outros produtos sejam fabricados de tal forma que seus componentes tóxicos possam ser removidos facilmente e reciclados. O que poderia acontecer se Gates começasse um programa de limpeza dos locais de despejo de lixo tóxico desde Guiyu a Lagos?

Talvez, então, todo mundo possa comprar um Origami despreocupadamente, e a Microsoft poderia deixar de ser o bicho papão preferido do mundo.

*Giles Slade, autor do livro a ser publicado Made to Break: Technology and Obsolescence in America, escreveu para o jornal ‘Los Angeles Times’

lentes para celulares.

Lente acoplável a aparelho Sony Ericsson W550i

SMS Sugar Man

SMS Sugar Man é o primeiro longa metragem totalmente capturado em câmeras de telefone celular. No site oficial está disponível o trailer e todo tipo de informações sobre o filme.

1G ou 1ª Geração: É a primeira geração de celulares comercializados no Brasil, com sistema analógico.  

2G ou 2ª Geração: São os celulares de sistemas digitais usando as tecnologias TDMA, CDMA e GSM .  

2,5G ou Geração 2,5: É a evolução da 2ª geração com novas tecnologias de transmissão por pacotes, permitindo serviços adicionais e aumento na velocidade de conexão.   3G ou 3ª Geração: A 3ª Geração de celulares possui uma maior velocidade de conexão, permitindo a transmissão de vídeo, som e imagens. Área de cobertura: região em que a operadora de telefonia móvel presta serviço.Área de concessão: região onde a operadora de telefonia pode operar,concedido pelo governo.

Área de sombra: região onde o sinal celular é fraco devido à interferênciasou barreiras que podem ser naturais ou artificiais como por exemplo: túneis, montanhas etc.

Banda A: faixa de operação da telefonia móvel

Banda B: faixa de operação de telefonia móvel com serviços digitais.

Bluetooth: tecnologia que permite conectar vários aparelhos sem utilizaçãode fio, através de ondas de rádio. Utilizado em geral para conectar o celular ao notebook, para acesso à Internet.

Brew: sistema para gerenciamento de donwload. Sigla de Binary RuntimeEnvironment for Wireless.

Clonagem: cópia ilegal de um telefone celular para evitar a tarifação ecobranças.

EDGE: tecnologia utilizada para transmissão de dados em alta velocidade.

GPRS: tecnologia de celular com aumento na velocidade de transmissão para acesso à Internet. É uma evolução da tecnologia celular GSM.

Java: linguagem de programação de softwares. Utilizada para váriasaplicações de celulares, como jogos.

MMS: serviço de envio de imagens, fotos e textos em formato demensagem. Pode ser enviado para outro celular ou para um e-mail. Sigla de Multimedia Messaging Service.

MP3: tecnologia de compactação de músicas em formato digital, muitopopular na Internet. Alguns celulares podem armazenar e reproduzir músicas neste formato.

Operadora: empresa habilitada a oferecer o serviço de telefonia móvelcelular.

Ringback Tones: músicas escolhidas pelo usuário para substituir o tom de espera enquanto realiza uma chamada.

Roaming: significa, na telefonia celular, o uso do celular fora da área ondefoi habilitado.

Smartphone: telefone que combina funções de voz com funções decomputador, tais como gerenciamento de e-mails e utilização de programas como planilhas e editor de texto.

SMS: serviço de envio de informações através de mensagens de texto.Sigla de Short Message Service.

Tons Monofônicos: toques de “campainha” que emitem sons em um únicoregistro, próprio do aparelho. O resultado é menos realista em relação ao som desejado.

Tons Polifônicos: toques de “campainha” que simulam, simultaneamente,mais de um instrumento, tendo como resultado um toque mais aproximado do ruído ou da música desejada.

Torpedo: termo usado em várias operadoras como sinônimo de mensagemcurta de texto (SMS).

Wallpapers: imagens que você pode colocar na tela do seu celular; similarao fundo de tela do computador.

WAP: Wireless Application Protocol (protocolo para aplicações sem fio). É um protocolo que permite os aparelhos portáveis tenham acesso à Internet.

Nos últimos tempos cada vez mais estamos nos comunicando e necessitando de acesso a informações em qualquer hora e lugar. Assim, seremos mais competitivos e produtivos. Atualmente, o aparelho sem fio que mais utilizamos é o telefone celular. Quem já não saiu de casa apressado e se deu conta no meio do caminho para o escritório que o esqueceu em cima da mesa do café? É como se estivesse deixado uma parte sua em casa, ficando sem seus contatos e sem comunicação durante todo o dia. Este é apenas o começo…..

Tudo se tornará digital, móvel, virtual e pessoal. Com o avanço de tecnologia e o mundo cada vez mais globalizado e competitivo, os profissionais demandam equipamentos com mais capacidade de processamento, armazenamento de dados e conectividade. É aí que entra um recurso como um notebook que permitirá ao usuário aumento real de produtividade, acesso à informação onde estiver e a qualquer momento com facilidade de uso e segurança de informações.

Nos dias de hoje, as informações são rápidas e dinâmicas. Você já deve ter percebido que assim que acontece algo em uma grande cidade, em qualquer parte do mundo, em minutos as informações já estão publicadas na Internet.

Com esta velocidade, os internautas podem ingressar de forma rápida e simples num mundo de informações, inclusive para a tomada de decisões do que fazer. Por exemplo, quando há uma grande tempestade em uma cidade como São Paulo, o usuário é capaz de saber quais regiões estão alagadas ou intransitáveis, possibilitando definir como fará para chegar a tempo a compromissos ou voltar para casa no final do dia.

    Artigo de Daniel Ribas – 10/04/2007

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